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O Rio Grande do Norte está entre os estados que passaram a ser monitorados após aumentos recentes no preço dos combustíveis. A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que investigue a alta registrada também na Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal.

O pedido foi feito depois que representantes de sindicatos de postos relataram que distribuidoras teriam reajustado os preços com a justificativa da alta do petróleo no mercado internacional.

A análise do Cade busca verificar se os aumentos seguiram a lógica do mercado ou se houve possível prática anticoncorrencial, o que poderia afetar diretamente o consumidor — especialmente em estados como o RN, onde os combustíveis já figuram entre os mais caros do Nordeste.

Combustíveis sobem e pressionam bolso do consumidor no RN
O aumento no preço dos combustíveis segue impactando o Rio Grande do Norte. Em Natal e região metropolitana, a gasolina comum já é encontrada nas bombas entre R$ 6,37 e R$ 6,52, refletindo reajustes recentes ao longo da cadeia de distribuição.

O diesel também registrou alta. O tipo S500, utilizado principalmente no transporte de cargas e coletivo, teve reajuste na refinaria, passando para cerca de R$ 4,07, o que tende a pressionar custos logísticos e, consequentemente, o preço de produtos e serviços.

Outro fator que influencia o valor final ao consumidor é o aumento da gasolina A (pura) na refinaria, que chegou a aproximadamente R$ 2,89. Como esse combustível é a base para a formação da gasolina vendida nos postos, qualquer reajuste acaba sendo repassado gradualmente ao preço nas bombas.

O cenário reforça a preocupação de consumidores e autoridades com a escalada dos preços, especialmente em um estado onde o combustível já figura entre os mais caros do Nordeste.

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