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O Rio Grande do Norte dá mais um passo para se consolidar como novo polo da mineração de ouro no Brasil. A Aura Minerals Inc. anunciou a assinatura de um acordo de cooperação com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para a realocação de um trecho de rodovia federal que atravessa a área da mina Borborema, no estado.

O entendimento permite que a empresa avance na conversão de uma parte significativa dos Recursos Minerais Indicados em Reservas Minerais Prováveis, ampliando em 82% a base de reservas do projeto, que agora chega a cerca de 1,5 milhão de onças de ouro.

A companhia também concluiu a atualização do Estudo de Viabilidade do projeto Borborema, apontando números robustos para a operação. As reservas prováveis foram estimadas em 40,7 milhões de toneladas de minério, com teor médio de 1,13 g/t de ouro, totalizando aproximadamente 1,47 milhão de onças.

Segundo Rodrigo Barbosa, presidente e CEO da Aura Minerals, o acordo com o DNIT representa um marco para acelerar o crescimento do projeto. “Borborema demonstra perfeitamente nossa estratégia: iniciar a produção o mais rápido possível, gerar fluxo de caixa positivo em um ambiente de risco reduzido e, em seguida, destravar ainda mais potencial de crescimento”, afirmou.

O estudo aponta ainda uma vida útil estimada da mina de 20 anos e cinco meses, com produção média anual de cerca de 65 mil onças de ouro.

Do ponto de vista econômico, o projeto apresenta indicadores expressivos: valor presente líquido (VPL) de US$ 612,5 milhões e taxa interna de retorno (TIR) de 42,8%, considerando preço médio do ouro de US$ 2.274 por onça.

A Aura destaca que o depósito de Borborema permanece aberto para novas explorações, o que pode ampliar ainda mais as reservas. Com o avanço do projeto e novos investimentos na mineração, o Rio Grande do Norte fortalece sua posição no mapa nacional da produção de ouro, atraindo atenção do setor mineral e consolidando a região como área estratégica para expansão da atividade no país.



Aura Minerals registra resultados recordes em 2025

A Aura Minerals encerrou 2025 com desempenho histórico, impulsionado pela maior produção e pela valorização do ouro. A companhia registrou EBITDA ajustado anual de US$ 547 milhões, com preço médio do metal de US$ 3.446 por onça. No quarto trimestre, o resultado também foi recorde, com US$ 207 milhões de EBITDA ajustado, a um preço médio de US$ 4.090 por onça.

Para o presidente e CEO da empresa, Rodrigo Barbosa, o período marcou uma virada para a companhia.
    “2025 foi um ano transformacional para a Aura. Concluímos a construção e iniciamos a produção comercial de Borborema dentro do prazo e do orçamento, além de registrar produção recorde ao longo do ano.”

Entre os marcos do período estão ainda a aquisição da MSG, a listagem da empresa na Nasdaq e o aumento da liquidez das ações, que passaram a registrar volume médio diário próximo de US$ 100 milhões, com inclusão em 58 ETFs.

A empresa também avançou em projetos de expansão, incluindo obras iniciais em Era Dorada e a licença para realocação da rodovia em Borborema, considerada estratégica para ampliar as reservas.

Sobre as perspectivas, Barbosa afirma:
    “Estamos apenas no início. Demos passos decisivos para superar 600 mil onças equivalentes de ouro por ano, enquanto seguimos identificando novas oportunidades de crescimento.”


com informações da https://www.brasilmineral.com.br

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