O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, nesta segunda-feira (4), a medida provisória que cria uma nova fase do Desenrola Brasil, agora com duração de 90 dias e foco ampliado para famílias, estudantes e pequenos empreendedores.
A proposta mira o endividamento que com uma combinação de descontos que podem chegar a 90%, juros mais baixos e até o uso do FGTS para abater dívidas. A ideia é tirar milhões de pessoas do sufoco e recolocá-las no circuito do crédito.
Durante o lançamento, Lula afirmou que é preciso “tirar a corda do pescoço” de quem está sufocado por dívidas pequenas que viraram bolas de neve.
O programa se desdobra em frentes. O Desenrola Famílias permite renegociar débitos com atraso entre 90 dias e dois anos, com juros limitados e parcelas a partir de R$ 50. Já estudantes terão condições facilitadas no Fies, inclusive com perdão de juros e multas.
Para micro e pequenas empresas, entra o Desenrola Empresas, que busca substituir dívidas caras por crédito mais acessível, com prazos maiores e carência ampliada. No campo, o Desenrola Rural tenta recuperar a capacidade produtiva de agricultores familiares.
Há também um componente de contenção: beneficiários terão restrição temporária para apostas online, um freio para evitar que o alívio vire novo problema.
No discurso, o governo aposta um crédito mais barato, mas também mais consciente. Como disse Lula, dívida não pode ser maior que o passo das pernas.
No fim das contas, o Desenrola volta com uma ambição conhecida de limpar nomes, reaquecer o consumo e, de quebra, dar fôlego à economia. Resta saber se, desta vez, o respiro vira estabilidade.
A proposta mira o endividamento que com uma combinação de descontos que podem chegar a 90%, juros mais baixos e até o uso do FGTS para abater dívidas. A ideia é tirar milhões de pessoas do sufoco e recolocá-las no circuito do crédito.
Durante o lançamento, Lula afirmou que é preciso “tirar a corda do pescoço” de quem está sufocado por dívidas pequenas que viraram bolas de neve.
O programa se desdobra em frentes. O Desenrola Famílias permite renegociar débitos com atraso entre 90 dias e dois anos, com juros limitados e parcelas a partir de R$ 50. Já estudantes terão condições facilitadas no Fies, inclusive com perdão de juros e multas.
Para micro e pequenas empresas, entra o Desenrola Empresas, que busca substituir dívidas caras por crédito mais acessível, com prazos maiores e carência ampliada. No campo, o Desenrola Rural tenta recuperar a capacidade produtiva de agricultores familiares.
Há também um componente de contenção: beneficiários terão restrição temporária para apostas online, um freio para evitar que o alívio vire novo problema.
No discurso, o governo aposta um crédito mais barato, mas também mais consciente. Como disse Lula, dívida não pode ser maior que o passo das pernas.
No fim das contas, o Desenrola volta com uma ambição conhecida de limpar nomes, reaquecer o consumo e, de quebra, dar fôlego à economia. Resta saber se, desta vez, o respiro vira estabilidade.

